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	<title>SaibaTudo &#187; Dicas de escrita&#8230;</title>
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	<description>“Até o que você nem sabia que queria saber…”</description>
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		<title>30 dicas bem-humoradas!</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 01:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de escrita...]]></category>
		<category><![CDATA[*Humor]]></category>
		<category><![CDATA[português]]></category>

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		<description><![CDATA[1. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário. 2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico. 3. Anule aliterações altamente abusivas. 4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases. 5. Cuidado com a hortografia, para não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;"><strong>1.</strong> O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>2.</strong> É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>3.</strong> Anule aliterações altamente abusivas.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>4.</strong> não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>5.</strong> Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>6.</strong> Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>7.</strong> Estrangeirismos estão <em>out</em>; palavras de origem portuguesa estão<em> in</em>.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>8.</strong> Evite o emprego de gíria. Ninguém merece isso, mesmo que pareça maneiro, valeu?</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>9.</strong> Nunca use palavras de baixo calão, porra! Elas podem transformar o seu texto numa merda.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>10.</strong> Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color:#000000;"><a style="text-decoration: none;" href="http://www.silviolobo.com.br/gustavo/wp-content/uploads/2009/09/passaapalavra.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-973" title="Dicas Bem Humoradas" src="http://www.silviolobo.com.br/gustavo/wp-content/uploads/2009/09/passaapalavra.jpg" alt="Dicas Bem Humoradas" width="456" height="144" /></a> </span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>11.</strong> Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>12.</strong> Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>13.</strong> Frases incompletas podem causar</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>14.</strong> Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>15.</strong> Seja mais ou menos específico.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>16.</strong> Frases com apenas uma palavra? Jamais!</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>17.</strong> A voz passiva deve ser evitada.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>18.</strong> Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>19.</strong> Quem precisa de perguntas retóricas?</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>20.</strong> Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>21.</strong> Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>22.</strong> Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>23.</strong> Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>24.</strong> Não abuse das exclamações! Nunca! O seu texto fica horrível!</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>25.</strong> Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>26.</strong> Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>27.</strong> Seja incisivo e coerente, ou não.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><strong>28.</strong> Não fique escrevendo no gerúndio</span>. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade – e esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>29.</strong> Outra barbaridade que tu deves evitar é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, carajo!</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>30.</strong> Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá agüentar, já que é insuportável o mesmo final escutar o tempo todo sem parar.</span></p>
<p style="text-align:right;"><em>Fonte: </em><a rel="”nofollow”" href="http://piada.net/" target="new"><em>Piada.net</em></a></p>
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		<title>Revisitar-se ou não, eis a questão</title>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2009 03:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de escrita...]]></category>
		<category><![CDATA[.]]></category>

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		<description><![CDATA[Manual de crítica e autocrítica para autores iniciantes A mulher que matou os peixes, de Clarice Lispector, foi o livro que mais me marcou na infância. Eu me senti a própria confidente da narradora. Fiquei tão tocada e comovida com a história que escrevi uma carta para a Clarice e pedi a minha mãe que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#333300;">Manual de crítica e autocrítica para autores iniciantes</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a rel="#someid0" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=58790" target="_blank"><em><span style="color:#333300;">A mulher que matou os peixes</span></em></a><span style="color:#333300;">, de Clarice Lispector, foi o livro que mais me marcou na infância. Eu me senti a própria confidente da narradora. Fiquei tão tocada e comovida com a história que escrevi uma carta para a Clarice e pedi a minha mãe que a enviasse para a editora. Naquela hora, achei que havia descoberto o que queria fazer quando crescesse: escrever. Mas depois de uma semana de gozação dos meus irmãos mais velhos, ouvindo que a carta deveria ser entregue num centro espírita, o vexame tomou conta de mim e eu desisti da idéia. Desisti da idéia até o dia em que li </span><a rel="#someid1" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=312195" target="_blank"><em><span style="color:#333300;">Veludinho</span></em></a><span style="color:#333300;"> e encontrei a Martha Azevedo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Eu devia ter uns dez anos quando a escritora de livros infantis Martha Azevedo Pannunzio apareceu na escola em que eu estudava, em BH. A turma tinha lido <em>Veludinho</em>, um clássico da literatura infantil brasileira, escrito em 1976, e deveria entrevistá-la. Era a primeira vez que eu tinha diante de mim aquele ser, até então implícito e etéreo, chamado escritor. Esse episódio me provou que, ao contrário de papai-noel e o coelho da páscoa, eles existem. Eles: os escritores. Essas criaturas que desovam no mundo um mundo de idéias e que fazem a gente entrar na cabeça de personagens e sentir na pele o que sentem.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Do papo com a Martha Azevedo, lembro-me até hoje quando ela falou da sua primeira experiência de escrita de um livro, ainda na adolescência. Era uma história sobre o mar que havia ficado inacabada. Alguém perguntou se ela não tinha interesse em retomá-la e acabar a obra. E ela respondeu que não. Segundo a autora, ela não era mais a adolescente que havia iniciado o texto e por isso não se sentia no direito de mexer nele.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Vinte anos mais tarde, descubro (um tanto atrasada, confesso), a literatura de Ivan Ângelo. No livro <em><a rel="#someid2" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=11000807" target="_blank">A face horrível</a></em>, publicado em 1986, o mineiro de Barbacena faz o oposto de Martha Azevedo. Sem pudor nenhum, o autor retoma um conto que havia escrito 26 anos antes, logo no início da carreira. O texto que dá nome ao livro é apresentado, então, em três (ótimas) versões: a original, escrita em 1959; a comentada 26 anos mais tarde; e a alteração final, feita após os comentários.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Nessa experiência, Ivan Ângelo faz um exercício de revisão rigorosa da própria escrita. Um exercício delicioso que deveria ser leitura obrigatória de todo escritor iniciante. Não para que os escritores iniciantes programem uma revisão de seus textos para daqui vinte anos, mas para “abaixarem a bola” um pouco. Para aprenderem a ser mais humildes e aceitarem o fato de que por melhores que sejam seus textos hoje, ainda podem – e devem – aperfeiçoá-los com o tempo e a experiência.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Os comentários do Ivan Ângelo de 1985 são implacáveis e pedem dinamismo ao garoto de 1959. Para isso, manda cortar o eruditismo acadêmico; mostrar menos e sugerir mais, deixando elipses e lacunas para o leitor preencher; e, o mais bonito, sugere um final menos trágico. O final original não era ruim, mas resolvia-se abruptamente e de forma previsível, traduzindo o espírito juvenil do “ou tudo ou nada”. O Ivan Ângelo amadurecido leva suas experiências para o garoto. É um exercício bonito, muito bonito. Como um paciente professor de natação que ensina um aluno estabanado a deslizar melhor sob a água em vez de lutar contra ela.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Entre o pudor de Martha Azevedo e o aprendizado de Ivan Ângelo, fico com o segundo. O argumento de não sermos mais quem éramos aos quinze anos serve também para um intervalo de tempo menor. No capítulo final, o autor já não é mais aquele que escreveu a primeira linha do romance. Ele deveria, por isso, deixar de rever o que escreveu e alterar trechos antes de publicar?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Escrever é como esculpir e, por isso, um escritor não pode ter pudor nem preguiça de ler quinhentas vezes o que escreveu, de melhorar algo aqui e ali, reescrever capítulos inteiros e retomar textos anos mais tarde. Na escrita, busca-se uma perfeição que a gente sabe que nunca será alcançada. E a graça não está na perfeição, mas nessa busca.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">O exercício de revisitação do próprio texto em <em>A face horrível</em> é uma lição de humildade para muito escritor iniciante que não tem uma autocrítica bem desenvolvida.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">A geração de novos escritores tem apresentado gente boa, mas também tem apresentado muita gente que ainda não chegou lá e que ainda não se tocou disso. Antes de pavonear por aí, enchendo a boca com expressões como “meu próximo livro”, é preciso estar disposto a ouvir. É preciso procurar pela crítica de gente respeitável que está na estrada há mais tempo, avaliar os conselhos e acatá-los quando julgar válido, em vez de se fechar numa concha idílica ou cortar os pulsos ao menor sinal de orgulho ferido. E é preciso, sobretudo, revisitar os próprios textos de tempos em tempos para fazer um balanço de entradas e saídas e contabilizar a evolução da própria escrita.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">O Ivan Ângelo de 1959 é ótimo. Mas o de 2007 é melhor ainda. Essa é a promessa de pelo menos quarenta e oito anos de aprendizado para os que começam a dar suas primeiras braçadas agora. Que venha o Pan-literário de 2055!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Fonte: </span><a rel="#someid3" href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2325"><span style="color:#333300;">http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2325</span></a></p>
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		<title>Como saber se meu texto está bom?</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 01:59:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de escrita...]]></category>
		<category><![CDATA[.]]></category>

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		<description><![CDATA[1º Passar por um crivo de leitores críticos. Sua mãe não vale, nem seus primos. O que é preciso é ir expondo seus textos a vários leitores que não tenham nenhuma amizade por você e possam fazer críticas. Um site na internet, um artigo numa revista podem dar o tipo de resposta que você precisa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#000000;">1º Passar por um crivo de leitores críticos.</span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;">Sua mãe não vale, nem seus primos. O que é preciso é ir expondo seus textos a vários leitores que não tenham nenhuma amizade por você e possam fazer críticas. Um site na internet, um artigo numa revista podem dar o tipo de resposta que você precisa. Mas não adiante ficar pescando elogios, é preciso pescar os problemas para saber onde melhorar!</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color:#000000;">Como posso avaliar meu original?</span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;">Se você não é um crítico literário com muita isenção para com a sua própria obra, é bastante difícil fazer uma auto-avaliação. Também adianta pouco você pedir à sua mãe, seu tio, seus irmãos para lerem o que você escreveu. Essas pessoas todas vão querer agradar você, além de, salvo raras exceções, não serem críticas treinadas para levantar problemas em textos.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Você pode usar os amigos simplesmente para receber alguns feedbacks. Por exemplo, jamais pergunte se a pessoa gostou, pois é óbvio que dirá que sim. Faça perguntas abertas como: O que você entendeu da obra? O que acha mais significativo? Quem você acha que vai gostar de ler isso? Que partes você acha lentas demais? O que você tiraria?</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Dica amiga</strong>: Mesmo que seus amigos dêem respostas úteis e extraordinárias, não tente usar a opinião deles para justificar a publicação de sua obra para um editor. A opinião de seus amigos não vale absolutamente nada para um editor, porque esse profissional raciocina que, se os seus amigos não elogiarem você, quem o fará?</span></p>
<p><span style="color:#000000;">“<em>Recebo montes de pedidos de gente implorando, exigindo, pedinchando que eu leia suas obras e diga o que acho. Mas por que pedir a mim, que posso nem ser o público-alvo da obra? Por que esses escritores não obtêm retorno dos leitores dos tantos sites de literatura onde postam tantos milhares de textos? Ou onde colocam suas obras a venda?</em></span></p>
<p><em><span style="color:#000000;">Porque a maioria dos escritores não se dá ao trabalho de ler os colegas com atenção.</span></em></p>
<p><span style="color:#000000;"><em>Já pensou como seria bom uma comunidade de escritores em que todos dessem pareceres sobre as obras dos colegas? Em que opiniões pensadas, refletidas, indicativas de uma leitura atenta se acumulassem nos comentários sobre as postagens? Quem precisaria contratar pareceristas com um apoio desses?</em>” (<em>Laura Bacellar) (Adorei esse comentário!!!)</em></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><em>Fonte: <a href="http://www.escrevaseulivro.com.br" target="new">http://www.escrevaseulivro.com.br</a></em></span></p>
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