<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>SaibaTudo &#187; Escrever&#8230;</title>
	<atom:link href="http://www.silviolobo.com.br/gustavo/category/escrever/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.silviolobo.com.br/gustavo</link>
	<description>“Até o que você nem sabia que queria saber…”</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Nov 2011 14:00:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Expedition &#8211; Alien Planet &#8211; Missão Espacial</title>
		<link>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/expedition-alien-planet-missao-espacial/</link>
		<comments>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/expedition-alien-planet-missao-espacial/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Feb 2011 19:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos avulsos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.silviolobo.com.br/gustavo/?p=1309</guid>
		<description><![CDATA[Link para Baixar o Documentário: Planeta Alienígena O ilustrador nova-iorquino Wayne Douglas Barlowe escreveu seu livro em 1990 «Expedition – Being an Account in Words and Artwork on the 2358 A.D. Voyage to Darwin IV» como se de fato o tivesse publicado cinco anos depois da expedição a um planeta alienígena, em 2366. Na imaginação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Link para Baixar o Documentário: <a title="Baixar Documentário Missão Espacial" href="http://www.megaupload.com/?d=6Z0VCD2W" target="_blank">Planeta Alienígena</a></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">O ilustrador nova-iorquino <strong>Wayne Douglas Barlowe</strong> escreveu seu livro em 1990 «<em>Expedition – Being an Account in Words and Artwork on the 2358 A.D. Voyage to Darwin IV</em>» como se de fato o tivesse publicado cinco anos depois da expedição a um planeta alienígena, em 2366.<img class="alignright" title="Planeta Alienígena" src="http://bitaites.org/wp-content/uploads/photos/2008/set/30/01.jpg" alt="" width="547" height="433" /></p>
<p style="text-align: justify;">Na imaginação de Barlowe, a Humanidade do século XXIV enfrenta as consequências de uma catástrofe ecológica: extinções em massa entre os animais, horríveis mutações entre as espécies sobreviventes. Ajudados por uma raça extraterrestre benevolente e tecnologicamente superior, os <em>Yma</em>, os humanos iniciam o processo de reparação do meio ambiente enquanto aprendem mais sobre o vasto Universo que os rodeia. Quando uma sonda <em>Yma</em> descobre provas da existência de vida extraterrestre num planeta exosolar, dá-se início à expedição. O misterioso planeta é baptizado <em>Darwin IV</em>, o quarto planeta de um sistema solar binário localizado a cerca de 6,5 anos/luz da Terra.<img class="alignright" title="EMPEROR SEA STRIDER" src="http://www.waynebarlowe.com/expedition_images/sea_strider.jpg" alt="" width="307" height="243" /></p>
<p style="text-align: justify;">No livro, Barlowe assume a identidade de um naturalista do século XXIV que regista todas as suas descobertas através de ilustrações, esboços, notas dispersas e um diário de campo. A sua prodigiosa imaginação criou uma enorme variedade de criaturas extraterrestres e um meio ambiente totalmente alienígena.</p>
<p><img class="alignleft" title="Planeta Alienígena2" src="http://bitaites.org/wp-content/uploads/photos/2008/set/30/02.jpg" alt="" width="301" height="205" /></p>
<p style="text-align: justify;">Imaginar catástrofes ecológicas, extraterrestres benevolentes ou expedições a planetas distantes é vulgar em ficção científica, mas o que fez a diferença em relação a outras obras foi a forma como Barlowe criou as suas criaturas. Ao contrário do que é habitual,<span style="text-decoration: underline;"> não se limitou a imaginar variações mais ou menos bizarras da fauna terrestre</span>; a sua ambição levou-o a desenhar criaturas únicas, tão alienígenas quanto possível e, acima de tudo, cientificamente plausíveis dadas as condições do planeta.<img class="alignright" title="Planet Alien2" src="http://bitaites.org/wp-content/uploads/photos/2008/set/30/03a.jpg" alt="" width="301" height="205" /></p>
<p style="text-align: justify;">O planeta é muito diferente do nosso. A estrela principal de Darwin IV é maior que o Sol, mas encontra-se a uma distância duas vezes superior à que separa aquele da Terra. A estrela secundária tem um brilho 80 a 120 vezes menor do que a principal, pelo que o dia em Darwin IV é mais escuro que o nosso. A aceleração da gravidade na superfície do planeta é cerca de 60 por cento da aceleração da gravidade ao nível do mar na Terra, mas a atmosfera, rica em oxigénio e hidrogénio, é mais densa e possui uma pressão duas vezes maior. São as condições imaginadas por Barlowe para o seu planeta fictício que determinam o tipo de criaturas que acabará por desenhar. <span style="text-decoration: underline;">Diga-se que este nova-iorquino teve os melhores professores possíveis: os pais, Sy e Dorothea Barlowe, são dois dos mais conhecidos ilustradores de História Natural.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="pyrosprinter" src="http://www.waynebarlowe.com/expedition_images/gyrosprinter.jpg" alt="" width="307" height="200" />O sucesso do livro levou o canal de televisão <strong>Discovery Channel</strong> a adaptar «<em>Expedition</em>» e responder à mesma pergunta: «<em>O que acontecerá quando encontrarmos vida fora da Terra – que planeta e que vida descobriremos?</em>». O documentário chama-se<strong> <em>Alien Planet</em></strong> (título em português: <strong>Missão Espacial</strong>), é animada por computador e substitui os elementos mais fantasistas do livro (a catástrofe inicial, a benevolente intervenção dos <em>Yma</em>) por um pano de fundo de história mais científica: uma nave interestelar, a Von Braun,  viaja a cerca de 20% da velocidade da luz (59.500 quilômetros por segundo) até chegar a Darwin IV, 42 anos depois.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone" title="Alien Planet" src="http://bitaites.org/wp-content/uploads/photos/2008/set/30/04.jpg" alt="" width="547" height="493" />Entre os cientistas que prestam depoimentos no documentário encontram-se <strong>Stephen W. Hawking</strong> – o grande físico teórico, professor lucasiano de Matemática em Cambridge, a mesma cadeira outrora ocupada por Isaac Newton – e <strong>Michio Kaku</strong>, excelente comunicador, autor de vários livros de divulgação científica, o homem a quem muitos depositam a esperança de finalmente concluir o trabalho de Einstein e unificar a Física de Newton e a Física Quântica num único modelo).</p>
<p style="text-align: justify;">A expedição acabará por encontrar uma espécie em Darwin IV, o <em>Eosapiens</em>, com um nível de inteligência comparável ao do <em>Homo Erectus</em>. Acabam aqui as semelhanças, pois o <em>Eosapiens</em> é um organismo flutuante com nove metros de altura sustentado no ar por um saco em forma de balão cheio de gás metano. Na versão do documentário do Discovery Channel, dois longos tentáculos possuem terminações semelhantes a dedos, permitindo o manuseamento de objectos.</p>
<blockquote><p>Link para Baixar o Documentário: <a title="Baixar Documentário Missão Espacial" href="http://www.megaupload.com/?d=6Z0VCD2W" target="_blank">Planeta Alienígena</a></p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/expedition-alien-planet-missao-espacial/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>30 dicas bem-humoradas!</title>
		<link>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/30-dicas-bem-humoradas/</link>
		<comments>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/30-dicas-bem-humoradas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 01:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de escrita...]]></category>
		<category><![CDATA[*Humor]]></category>
		<category><![CDATA[português]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://gsouto.wordpress.com/?p=318</guid>
		<description><![CDATA[1. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário. 2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico. 3. Anule aliterações altamente abusivas. 4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases. 5. Cuidado com a hortografia, para não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;"><strong>1.</strong> O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>2.</strong> É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>3.</strong> Anule aliterações altamente abusivas.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>4.</strong> não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>5.</strong> Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>6.</strong> Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>7.</strong> Estrangeirismos estão <em>out</em>; palavras de origem portuguesa estão<em> in</em>.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>8.</strong> Evite o emprego de gíria. Ninguém merece isso, mesmo que pareça maneiro, valeu?</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>9.</strong> Nunca use palavras de baixo calão, porra! Elas podem transformar o seu texto numa merda.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>10.</strong> Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color:#000000;"><a style="text-decoration: none;" href="http://www.silviolobo.com.br/gustavo/wp-content/uploads/2009/09/passaapalavra.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-973" title="Dicas Bem Humoradas" src="http://www.silviolobo.com.br/gustavo/wp-content/uploads/2009/09/passaapalavra.jpg" alt="Dicas Bem Humoradas" width="456" height="144" /></a> </span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>11.</strong> Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>12.</strong> Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>13.</strong> Frases incompletas podem causar</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>14.</strong> Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>15.</strong> Seja mais ou menos específico.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>16.</strong> Frases com apenas uma palavra? Jamais!</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>17.</strong> A voz passiva deve ser evitada.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>18.</strong> Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>19.</strong> Quem precisa de perguntas retóricas?</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>20.</strong> Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>21.</strong> Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>22.</strong> Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>23.</strong> Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>24.</strong> Não abuse das exclamações! Nunca! O seu texto fica horrível!</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>25.</strong> Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>26.</strong> Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>27.</strong> Seja incisivo e coerente, ou não.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><strong>28.</strong> Não fique escrevendo no gerúndio</span>. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade – e esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>29.</strong> Outra barbaridade que tu deves evitar é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, carajo!</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>30.</strong> Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá agüentar, já que é insuportável o mesmo final escutar o tempo todo sem parar.</span></p>
<p style="text-align:right;"><em>Fonte: </em><a rel="”nofollow”" href="http://piada.net/" target="new"><em>Piada.net</em></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/30-dicas-bem-humoradas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um romance de vampiros do Sul (baixar)</title>
		<link>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/um-romance-de-vampiros-do-sul-baixar/</link>
		<comments>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/um-romance-de-vampiros-do-sul-baixar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para Ler]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Souto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.silviolobo.com.br/gustavo/?p=937</guid>
		<description><![CDATA[Olá, fãs da leitura que já leram toda a Saga Crepúsculo, e estão sedentos por algo mais! Devido a alguns vários pedidos que recebi por e-mail de indicações de livros que prendessem a atenção como os da Stephenie Meyer resolvi pesquisar e acabei encontrando algo satisfatório. De uma autora chamada Charlaine Harris encontrei uma coleção composta por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá, fãs da leitura que já leram toda a Saga Crepúsculo, e estão sedentos por algo mais!</p>
<p style="text-align: justify;">Devido a alguns vários pedidos que recebi por e-mail de indicações de livros que prendessem a atenção como os da Stephenie Meyer resolvi pesquisar e acabei encontrando algo satisfatório.</p>
<p style="text-align: justify;">De uma autora chamada Charlaine Harris encontrei uma coleção composta por 9 livros. Minha tradução do nome da coleção para o português é <strong>Um Romance de Vampiros do Sul</strong>. Também é chamada de <em>The Southern Vampire Mysteries</em> (Os Mistérios do Vampiro do Sul) ou <em>The Sookie Stackhouse Novels</em>, (Os romances de Sookie Stackhouse) onde Sookie Stackhouse é o nome da personagem principal. Algumas pessoas já conhecem, e sabem do que estou falando, mas para as que nunca ouviram falar e não compreenderam o que significa Vampiros do Sul: Isso não tem nada de mais. Refere-se apenas à região onde se passa o romance. Sul do Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><a href="http://www.silviolobo.com.br/gustavo/wp-content/uploads/2009/11/S1-Cartaz.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-949" title="Mais Livros Sobre Vampiros" src="http://www.silviolobo.com.br/gustavo/wp-content/uploads/2009/11/S1-Cartaz.jpg" alt="Mais Livros Sobre Vampiros" width="196" height="300" /></a>A série é narrada primeira pessoa por Sookie Stackhouse<a style="text-decoration: none; color: #002bb8; background-image: none; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: initial; background-position: initial initial;" title="Sookie Stackhouse" href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;sl=en&amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Sookie_Stackhouse&amp;prev=/search%3Fq%3DA%2BSouthern%2BVampire%2BNovel%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1C1_____enBR327BR327&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;usg=ALkJrhi3MbOFeBPY4IogMsL3CxiU7Rdg5Q">.</a></span> <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Ela é uma garçonete telepata que vive na cidade fictícia de Bon Temps, Louisiana.</span> <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">O primeiro livro da série<strong>, </strong><em>Dead Until Dark<a style="text-decoration: none; color: #002bb8; background-image: none; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-color: initial; background-position: initial initial;" title="Dead Until Dark" href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;sl=en&amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Dead_Until_Dark&amp;prev=/search%3Fq%3DA%2BSouthern%2BVampire%2BNovel%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1C1_____enBR327BR327&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;usg=ALkJrhhOYIW-s0A1bYauT4ZIHiKgMff6Ww">,</a></em> foi lançado em 1 de maio 2001, e o </span><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">décimo, <em>A Touch of Dead</em> foi lançado recentemente em 6 de outubro de 2009. O décimo primeiro, <em>Dead in the Family</em> será lançado em Maio de 2010.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Charlaine Harris desenvolveu uma mitologia detalhada.</span> <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Sua série descreve uma história alternativa, que pressupõe que o sobrenatural é real e que os vampiros, metamorfos, bacantes, lobisomens e outros seres sobrenaturais só passaram a ter o conhecimento público a dois anos.</span> <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Sua história se desenvolve de modo idêntico ao do mundo real, e a série contém várias referências à cultura popular sulista estadunidense.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Pelo contexto, à 2 anos os  vampiros e humanos passaram a viver em certo equilíbrio, depois que japoneses desenvolvem um sangue sintético para exportação. Porém, as coisas podem se complicar quando o vampiro Bill Compton se envolve com a mortal Sookie Stackhouse, e se iniciam uma série de misteriosos assassinatos na cidade.</span></span></p>
<p>Disponibilizo o link dos 9 primeiros livros de <a href="http://www.megaupload.com/?d=6KPEIWC1" target="_blank"><em>A Southern Vampire Novel</em> de Charlaine Harris</a>, onde os 5 primeiros já estão em versão traduzida para o português.</p>
<p style="text-align: justify;">O título dos nove livros são:</p>
<ol>
<li><strong>Morto Até o Anoitecer</strong></li>
<li><strong>Vivendo morto em Dallas</strong></li>
<li><strong>Clube Dos Mortos</strong></li>
<li><strong>Morto Para o Mundo</strong></li>
<li><strong>Absolutamente Morto</strong></li>
<li><strong>Definitely Dead</strong></li>
<li><strong>All Together Dead</strong></li>
<li><strong>From Dead to Worse</strong></li>
<li><strong>Dead and Gone</strong></li>
</ol>
<p>Esta série de livros foi muito elogiada e pelo seu alto nivel foi usada como inspiração para a criação da série True Blood. Para saber mais sobre ela leia o proximo artigo: <a href="http://www.silviolobo.com.br/gustavo/true-blood/" target="_blank">True Blood </a></p>
<h4>Para Baixar os Episódios Legendados (PT-BR) Visite o Blog: <a href="http://minhaserielegendada.blogspot.com/2009/06/true-blood.html" target="_blank">MinhaSérieLegendada</a></h4>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/um-romance-de-vampiros-do-sul-baixar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>46</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Algumas definições</title>
		<link>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/algumas-definicoes/</link>
		<comments>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/algumas-definicoes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 02:03:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos avulsos]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Souto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.silviolobo.com.br/gustavo/?p=879</guid>
		<description><![CDATA[Considerações no mínimo curiosas: Abismado: Sujeito que caiu de um abismo. Detergente: Ato de prender seres humanos. Eficiência: Estudo das propriedades da letra F. Fluxograma: Direção em que cresce o capim. Unção: Erro de concordância verbal. O certo seria &#8216;um é&#8217;. Expedidor: Mendigo que mudou de classe social. Ministério: Aparelho de som de dimensões muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Considerações no mínimo curiosas:</strong></p>
<p>Abismado: Sujeito que caiu de um abismo.<br />
Detergente: Ato de prender seres humanos.<br />
Eficiência: Estudo das propriedades da letra F.<br />
Fluxograma: Direção em que cresce o capim.<a href="http://www.silviolobo.com.br/gustavo/wp-content/uploads/2009/10/wt23.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-970" title="Fluxograma" src="http://www.silviolobo.com.br/gustavo/wp-content/uploads/2009/10/wt23-300x205.jpg" alt="Fluxograma" width="300" height="205" /></a><br />
Unção: Erro de concordância verbal. O certo seria &#8216;um é&#8217;.<br />
Expedidor: Mendigo que mudou de classe social.<br />
Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas.<br />
Edifício: Antônimo de &#8216;é fácil&#8217;.<br />
Tripulante: Especialista em salto triplo.<br />
Coordenada: Que não tem cor.<br />
Armarinho: Vento proveniente do mar.<br />
Aspirado: Carta de baralho completamente maluca.<br />
Caçador: Indivíduo que procura sentir dor.<br />
Volátil: Avisar ao tio que você vai lá.<br />
Assaltante: Um &#8216;A&#8217; que salta.<br />
Determine: Prender a namorada de Mickey Mouse.<br />
Pornográfico: O mesmo que colocar no desenho.<br />
Ratificar: Tornar-se um rato.<br />
Violentamente: Viu com lentidão.<br />
Testículo: Texto muito pequeno.<br />
Pressupor: Colocar preço em alguma coisa.<br />
Biscoito: Fazer sexo duas vezes.<br />
Missão: Culto religioso com mais de três horas de duração.<br />
Padrão: Padre muito alto<br />
Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo.<br />
Democracia: Sistema de governo do inferno.<br />
Barracão: Proíbe a entrada de caninos.<br />
Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas.<br />
Conversão: Papo prolongado.<br />
Barganhar: Receber um botequim de herança.<br />
Halogênio: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes.<br />
Luz solar: Sapato que emite luz por baixo.<br />
Cleptomaníaco: Mania por Eric Clapton.<br />
Contribuir: Ir para algum lugar com vários índios.<br />
Coitado: Pessoa vítima de coito.<br />
Cerveja: O sonho de toda revista (ser Veja).<br />
Regime Militar: Rotina de dieta e exercícios feitos pelo exército.<br />
Bimestre:aquele que é mestre em duas artes marciais.<br />
Suburbano: Habitante dos túneis do metrô.<br />
Presidiário: Aquele que é preso diariamente.<br />
Diabetes: As dançarinas do diabo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/algumas-definicoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>ESCOLHA SUA FUTURA CARREIRA, COM MENOS RISCO DE ERRAR</title>
		<link>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/escolha-sua-futura-carreira-com-menos-risco-de-errar/</link>
		<comments>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/escolha-sua-futura-carreira-com-menos-risco-de-errar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 04:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos avulsos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.silviolobo.com.br/gustavo/?p=772</guid>
		<description><![CDATA[  ESCOLHA SUA FUTURA CARREIRA, COM MENOS RISCO DE ERRAR   Você tem dúvidas sobre qual seria a carreira mais indicada para você? Aquela que tem tudo a ver com seus talentos, seu modo de ver o mundo, seus interesses? Respondendo ao questionário I.B.T.A. – Indicador Brasileiro de Temperamentos para Adolescentes – você saberá, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="0" width="452" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center" valign="top" scope="row"><a href="http://www.silviolobo.com.br/gustavo/wp-content/uploads/2009/08/untitled.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-774" title="untitled" src="http://www.silviolobo.com.br/gustavo/wp-content/uploads/2009/08/untitled.bmp" alt="untitled" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" scope="row"> </td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top" scope="row"><span><strong>ESCOLHA SUA FUTURA CARREIRA, COM MENOS RISCO DE ERRAR</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td height="20" align="center" valign="top" scope="row"> </td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top" scope="row">
<div>
<blockquote><p><span>Você tem dúvidas sobre qual seria a carreira mais indicada para você? Aquela que tem tudo a ver com seus talentos, seu modo de ver o mundo, seus interesses? Respondendo ao questionário I.B.T.A. – Indicador Brasileiro de Temperamentos para Adolescentes – você saberá, com grande probabilidade de acerto, em que áreas se dará melhor. </span></p></blockquote>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top" scope="row"> </td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top" scope="row"><span><strong>Temperamentos</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top" scope="row"> </td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top" scope="row">
<blockquote>
<p align="justify">Há mais de 50 anos, estudantes dos Estados Unidos, Canadá e Japão, entre outros países, escolhem as futuras profissões fazendo um teste bastante simples, para conhecer seus respectivos temperamentos. Temperamento é aquilo que chamamos comumente de humor, gênio, etc. Psicologicamente, temperamento é algo muito mais profundo do que imaginamos: é ele que define a “espinha dorsal” da nossa personalidade. O temperamento inclui a nossa forma de perceber as coisas, de fazer escolhas e de nos relacionarmos com outras pessoas. E também os nossos interesses e aspirações, os valores que defendemos e o “mundo” em que preferimos viver (concreto ou abstrato). Todos os habitantes do planeta podem ser agrupados em 4 temperamentos.</p>
<p align="justify">            Os Temperamentos são estudados há mais de 25 séculos. Já na Bíblia, o profeta Ezequiel dividia a humanidade em 4 temperamentos: leão, boi, homem e águia. Depois, os filósofos gregos Platão e Aristóteles atribuíram outros nomes aos temperamentos: Artesão, Guardião, Idealista e Racional (Platão); Hedonista, Proprietário, Ético e Dialético (Aristóteles). O médico romano Galeno, que viveu no século II da nossa era, denominou os temperamentos como sangüíneo, melancólico, colérico e fleumático. A influência de Galeno foi tão grande que persiste até os dias de hoje. Sua forma de enxergar o temperamento das pessoas foi a que mais pegou. Afinal, quando dizemos que uma pessoa é temperamental, não estamos querendo dizer que é “geniosa” (colérica)? Ou “muito agitada” (sangüínea)? Ou “nostálgica”(melancólica)? Ou “indiferente” (fleumática)?</p>
<p align="justify">            As modernas teorias sobre temperamentos surgiram após os estudos do psicólogo suíço Carl Gustav Jung e o lançamento de sua obra “Tipos Psicológicos”. Na década de 1980, as teorias sobre os processos mentais de percepção e de análise e tomada de decisão (escolhas), que formam a base da Teoria dos Temperamentos,  foram comprovadas pela Neurociência e, hoje, são aplicadas em todo o mundo.</p>
<p align="center"><a href="http://www.estudantes.ciee.org.br/portal/estudantes/temperamento/default.htm" target="_blank"><strong onclick="MM_openBrWindow('default.htm','temperamento','scrollbars=yes,width=770,height=643')"> </strong></a></p>
<p><a href="http://www.estudantes.ciee.org.br/portal/estudantes/temperamento/default.htm" target="_blank">INICIAR O TESTE &gt;&gt;</a></p></blockquote>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/escolha-sua-futura-carreira-com-menos-risco-de-errar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Formaturas Infernais</title>
		<link>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/formaturas-infernais/</link>
		<comments>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/formaturas-infernais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 15:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para Ler]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriela Souto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.silviolobo.com.br/gustavo/?p=1182</guid>
		<description><![CDATA[Nesse livro as histórias não tem simples problemas como não ter um garoto bonito para dançar a valsa, não achar o vestido ideal para o baile, ou terminar com o namorado. São temas relacionados a brigas entre demônios e anjos, e outras entidades malignas como, lobisomens, poltergeists, fantasmas, bruxos maus, gênios, e outros, que vão lhe dar bastante medo. Histórias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="attachment_1183" class="wp-caption aligncenter" style="width: 414px"><a title="Baixar Formaturas Infernais" href="http://www.4shared.com/get/314019324/a2f8c6a0/Formaturas_Infernais.html" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1183 " title="Formaturas Infernais" src="http://www.silviolobo.com.br/gustavo/wp-content/uploads/2010/06/formaturas-infernais.jpg" alt="" width="404" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Para baixar o livro clique na Imagem</p></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #666699;">Nesse livro as histórias não tem simples problemas como não ter um garoto bonito para dançar a valsa, não achar o vestido ideal para o baile, ou terminar com o namorado. São temas relacionados a brigas entre demônios e anjos, e outras entidades malignas como, lobisomens, poltergeists, fantasmas,</span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #666699;">bruxos maus, gênios, e outros, que vão lhe dar bastante medo. </span></div>
<div><span style="color: #666699;">Histórias paranormais de baile por cinco autoras extraordinárias. </span></div>
<div><span style="color: #666699;"><br />
</span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #666699;"> <strong>- Meg Cabot– A Filha do Exterminador </strong></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #666699;"><strong> &#8211; Lauren Myracle– O Ramo de Flores</strong></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #666699;"><strong> &#8211; Kim Harrison– Madison Avery e o Turvo Anjo da Morte</strong></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #666699;"><strong> &#8211; Michele Jaffe– Beijar e Contar</strong></span></div>
<div><span style="color: #666699;"><strong>- Stephenie Meyer– Inferno na Terra</strong></span></div>
<div><span style="color: #666699;"><br />
</span></div>
<div><span style="color: #666699;"><br />
</span></div>
<blockquote>
<div><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #666699;"><strong>Meg Cabot &#8211; a Filha do Exterminador</strong></span></span></div>
</blockquote>
<div>
<div><span style="color: #666699;">&#8220;Por que o Drake não, uh, tranformou a Lila hoje?&#8221; Eu pergunto.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Porque isso estava me incomodando. Dentre outras coisas. &#8220;Quero</span></div>
<div><span style="color: #666699;">dizer, lá no clube?&#8221;</span></div>
<div><span style="color: #666699;">&#8220;Porque ele gosta de brincar com a comida dele,&#8221; Mary diz sem</span></div>
<div><span style="color: #666699;">emoção. &#8220;Bem como o pai dele.&#8221;</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Eu estremeço. Eu não posso evitar. Mesmo ela não sendo exatamente</span></div>
<div><span style="color: #666699;">o meu tipo, não é agradável pensar na Lila como o lanche da meia-</span></div>
<div><span style="color: #666699;">noite de algum vampiro.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">&#8220;Você não está preocupada,&#8221; Eu pergunto, torcendo para mudar um</span></div>
<div><span style="color: #666699;">pouco de assunto, &#8220;que a Lila vá contar ao Drake para não aparecer</span></div>
<div><span style="color: #666699;">no baile já que nós estaremos lá esperando?&#8221;</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Eu digo nós e não você porque de jeito nenhum eu vou deixar a Mary</span></div>
<div><span style="color: #666699;">ir atrás desse cara sozinha. O que eu sei que a Veronica iria achar</span></div>
<div><span style="color: #666699;">sexista, também.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Mas a Veronica nunca viu a Mary sorrir.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">&#8220;Você está brincando?&#8221; Mary pergunta. Ela parece não notar o nós.&#8221;Eu</span></div>
<div><span style="color: #666699;">estou contando que ela conte à ele. Desse jeito ele vai aparecer com</span></div>
<div><span style="color: #666699;">certeza.&#8221;</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Eu a encaro. &#8220;Por que ele faria isso?&#8221;</span></div>
<div><span style="color: #666699;">&#8220;Porque matar a filha do exterminador vai totalmente aumentar a</span></div>
<div><span style="color: #666699;">credibilidade de cripta dele.&#8221;</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Agora eu estou pestanejando para ela. &#8220;Credibilidade de cripta?&#8221;</span></div>
<div><span style="color: #666699;">&#8220;Você sabe,&#8221; Ela diz, jogando o rabo de cavalo dela. &#8220;É como</span></div>
<div><span style="color: #666699;">credibilidade de rua. Só que entre os mortos-vivos.&#8221;</span></div>
<div>
<div><span style="color: #666699;">&#8220;Oh.&#8221; Estranhamente, isso faz sentido. O tanto quanto qualquer outra</span></div>
<div><span style="color: #666699;">coisa que eu ouvi essa noite. &#8220;Eles chama o seu pai de o, hm,</span></div>
<div><span style="color: #666699;">&#8216;exterminador&#8217;?&#8221; Eu estou tendo dificuldade de imaginar o pai da Mary</span></div>
<div><span style="color: #666699;">utilizando com destreza um arco e flecha do jeito que ela utiliza.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">&#8220;Não,&#8221; ela diz, o sorriso desaparecendo. &#8220;Minha mãe. Pelo menos&#8230;ela</span></div>
<div><span style="color: #666699;">costumava ser. Não só vampiros, tampouco, mas entidades malignas</span></div>
<div><span style="color: #666699;">de todo o tipo &#8211; demônios, lobisomens, poltergeists, fantasmas,</span></div>
<div><span style="color: #666699;">bruxos maus, gênios, sátiros, loki, shedus, vetelas, titãs, leprechauns.</span></div>
</div>
<div><span style="color: #666699;"><br />
</span></div>
<div>
<blockquote>
<div><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #666699;"><strong>Michele Jaffe &#8211; Beijar e Contar</strong></span></span></div>
</blockquote>
<div><span style="color: #666699;">“Me desculpe por isso não ser como o final de um livro de histórias,” o</span></div>
<div><span style="color: #666699;">homem com as mãos ao redor da garganta dela disse, sorrindo,</span></div>
<div><span style="color: #666699;">contendo os olhos dela com os seus próprios enquanto a</span></div>
<div><span style="color: #666699;">estrangulava.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">“Se você vai me matar, não pode simplesmente fazer isso de uma vez?</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Isso é meio desconfortável.”</span></div>
<div><span style="color: #666699;">“O que, minhas mãos? Ou o sentimento de que você é um fracasso –“</span></div>
<div><span style="color: #666699;">“Eu não sou um fracasso.”</span></div>
<div><span style="color: #666699;">“– novamente.”</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Ela cuspiu no rosto dele.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">“Ainda tem algum fogo. Eu realmente admiro isso em você. Eu acho</span></div>
<div><span style="color: #666699;">que você e eu poderíamos ter nos dado bem. Infelizmente, não há</span></div>
<div><span style="color: #666699;">tempo.”</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Ela lutou uma última vez, arranhando as mãos dele ao redor da sua</span></div>
<div><span style="color: #666699;">garganta, seus antebraços, qualquer coisa, mas ele nem ao menos</span></div>
<div><span style="color: #666699;">hesitou. Os punhos dela caíram sem esperança ao seu lado.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Ele se inclinou tão perto do rosto dela que ela podia senti-lo exalar.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">“Algumas palavras finais?”</span></div>
<div><span style="color: #666699;">“Seis: Tirinhas para o hálito da Listerine[1]. Você realmente precisa</span></div>
<div><span style="color: #666699;">delas.”</span></div>
</div>
<div><span style="color: #666699;"><br />
</span></div>
<blockquote>
<div><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #666699;"><strong>Stephenie Meyer– Inferno na Terra</strong></span></span></div>
</blockquote>
<div>
<div><span style="color: #666699;">“Não se preocupe com isso.”</span></div>
<div><span style="color: #666699;">“Pelo menos você não está nesse barco sozinho,” Logan disse</span></div>
<div><span style="color: #666699;">desamparadamente.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">“Sério? O quê aconteceu com o seu encontro?”</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Logan deu de ombros. “Ela está aí em algum lugar, olhando</span></div>
<div><span style="color: #666699;">furiosamente para todo mundo. Ela não quer dançar, ela não quer</span></div>
<div><span style="color: #666699;">falar, ela não quer ponche, ela não quer tirar fotos, e ela não quer a</span></div>
<div><span style="color: #666699;">minha companhia.” Ele ia assinalando cada negativa com os dedos.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">“Em primeiro lugar, eu nem sei por que ela me convidou.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Provavelmente só queria se mostrar com o seu vestido &#8211; está sexy, eu</span></div>
<div><span style="color: #666699;">tenho que lhe dar os créditos por isso. Mas ela não está parecendo</span></div>
<div><span style="color: #666699;">ligar sobre mostrar mais nada agora&#8230; Gostaria de ter convidado</span></div>
<div><span style="color: #666699;">alguma outra pessoa.” Os olhos de Logan demoraram</span></div>
<div><span style="color: #666699;">melancolicamente num grupo de garotas que dançavam agitadamente</span></div>
<div><span style="color: #666699;">num círculo sem nenhum homem por perto. Gabe pensou ter visto</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Logan se focar numa garota em particular.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">“Porque não convidou a Libby?”</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Logan suspirou. “Eu não sei. Eu acho&#8230;Eu acho que ela teria gostado</span></div>
<div><span style="color: #666699;">se eu a tivesse chamado, no entanto. Oh, cara.”</span></div>
<div><span style="color: #666699;">“Quem é a sua acompanhante?”</span></div>
<div>
<div><span style="color: #666699;">“A garota nova, Sheba. Ela é um pouquinho enérgica, mas é linda,</span></div>
<div><span style="color: #666699;">meio exótica. Eu estava muito chocado para dizer qualquer coisa além</span></div>
<div><span style="color: #666699;">de sim quando ela me chamou para vir com ela. Eu pensei que ela,</span></div>
<div><span style="color: #666699;">bem, que ela poderia ser&#8230;legal&#8230;” Logan terminou sem graça. O que</span></div>
<div><span style="color: #666699;">ele realmente pensou quando Sheba, na verdade, comandou que ele a</span></div>
<div><span style="color: #666699;">levasse ao baile não parecia completamente apropriado para ser dito</span></div>
<div><span style="color: #666699;">em voz alta, especialmente para o Gabe; um monte de coisas parecia</span></div>
<div><span style="color: #666699;">inapropriado ao redor de Gabe. Era simplesmente o contrário com</span></div>
<div><span style="color: #666699;">Sheba. Quando ele deu uma olhada no vestido de couro vermelho</span></div>
<div><span style="color: #666699;">enlouquecedor dela, sua cabeça ficou cheia de idéias que, de alguma</span></div>
<div><span style="color: #666699;">forma, não pareciam nem um pouco inapropriadas quando os olhos</span></div>
<div><span style="color: #666699;">escuros e profundos dela estavam focados nos dele.</span></div>
<div><span style="color: #666699;">“Eu acho que não a conheço,” Gabe disse, interrompendo a breve</span></div>
<div><span style="color: #666699;">fantasia de Logan.</span></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/formaturas-infernais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ah! A Escola Agrícola&#8230;</title>
		<link>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/16/</link>
		<comments>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/16/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 May 2009 04:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos avulsos]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Souto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://gsouto.wordpress.com/?p=55</guid>
		<description><![CDATA[É 13 de outubro de 2007, eu estava cursando um Curso Técnico em Agropecuária, na pequena cidade de Campina Verde. O curso técnico dura 3 anos. Eu estava no meu segundo ano, e o pessoal do 3º ia fazer uma viagem para a Agrishow, em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo. CVerde fica em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">É 13 de outubro de 2007, eu estava cursando um Curso Técnico em Agropecuária, na pequena cidade de <strong>Campina Verde</strong>. O curso técnico dura 3 anos. Eu estava no meu segundo ano, e o pessoal do 3º ia fazer uma viagem para a <em>Agrishow</em>, em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo. <strong>CVerde</strong> fica em Minas Gerais, e tem apenas 20 mil habitantes, sendo que 7 mil desses são residentes da zona rural. Eu sou mineiro, campinaverdense. Nessa época tinha 15 anos, mas já era bastante responsável. A diretora do curso foi avisada pelo organizador da viagem que a turma do 3º ano, devido às várias reprovações, em módulos anteriores, já não preenchia todo um ônibus, de certa forma que era aconselhável convidar alunos das outras turmas para viajarem também. É, esse foi um acontecimento que marcou, mas sobre ele vou contar num próximo texto. Hoje vou falar sobre o início de tudo, para que possam situar-se no contexto, e quando contar sobre a viagem possam entender melhor.</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="http://gcsouto.files.wordpress.com/2009/05/ea.jpg"><img class="alignleft" title="Esse com a mochila nas costas Sou Eu" src="http://gcsouto.files.wordpress.com/2009/05/ea.jpg" alt="Esse com a mochila nas costas Sou Eu" width="267" height="200" /></a>A diretora era bastante severa. Uma mulher gorda, branca em demasia, muito loira, acho que era sangue alemão, ou outro sangue europeu qualquer. E pra terminar tinha nome de uma arma, não sei bem como escreve, mas acho que é como a marca Schmidt. Muito gente boa, e justa com os justos. Procurava sempre igualar os iguais e desigualar os desiguais.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Lembro-me que no início do curso, como é de se esperar existem os trotes que os veteranos dão aos novatos. E eu era um novato. Imagine só: Eu sou uma pessoa pequena, de certa forma humilde, e como sempre no começo&#8230;  Enquanto agente não conhece a escola, o curso, os colegas, que posteriormente serão seus amigos, eu estava bastante intimidado. Minha casa ficava a uns 8 Km da <em>Escola Agrícola</em>, esse era o nome resumido que os estudantes davam à Escola <strong>Municipal Agrícola Adolfo Alves Rezende. </strong>Um dos lugares onde, até hoje, eu passei muitos dos melhores momentos de minha vida, e vivi experiências únicas. Me proporcionou ocasiões inesquecíveis, como essa da viagem para Ribeirão Preto, que deixe me enrolar só mais um pouquinho e mais abaixo termino de contar.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Como eu ia dizendo, um pouco antes de me dispersar do ponto principal: Essa era a distância entre minha casa e a escola, pra quem mora em cidade grande é perto, mas pra nós na verdade ficava do outro lado da cidade. Na verdade era fora da cidade, bastante afastado, de certa forma que para chegar até lá, você precisava pegar a rodovia. Ela foi construída lá, por dois motivos: 1º por ser escola agrícola é preciso ter espaço, onde podem ser cultivadas desde pequenas hortas medicinais, até grandes lavouras de soja, pinhão manso (que já me fez passar maus bocados), maracujá e muitos ouros, ou ainda para a construção do galpão de cunicultura, suinocultura, curral e até a enorme pastagem da criação extensiva de gado. 2º por que quando ela foi criada os políticos julgavam que traria bastante lucro, na forma de movimento e migração de alunos interessados para nossa cidade, de forma que com o crescimento urbano seria preciso utilizar os espaços mais próximos da cidade. Dessa forma era inviável a construção dentro da cidade como qualquer outra escola normal. Daí pode-se perceber que nem em faz de conta essa era uma escola normal. E durante todo o meio de semana passava, às 12hs e 30min, na esquina de minha casa, o ônibus disponibilizado pela prefeitura para levar os alunos da cidade para a Escola Agrícola.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O caso é que mesmo morando a essa distância eu ia sempre de bicicleta para a aula, e dentro de no máximo 20 minutos, apesar das várias ladeiras verticais por onde tinha que pedalar. Eu digo dentro de 20 minutos, por que a aula começava às 13hs, sendo que conjuntamente com esse curso técnico eu cursava normalmente o ensino médio, no período matutino, e havia ganhado uma bolsa numa escola particular, na qual a aula acabava às 12hs e 15min. E nesse intervalo de 45 minutos eu corria de bicicleta para casa ao acabar a aula, trocava de roupa, tirava os materiais de ensino médio e colocava, dentro da mochila, os materiais do curso técnico, engolia faminto o delicioso almoço preparado pela minha querida mãe, e retava para a escola agrícola.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Você pode estar pensando: Para que uma correria dessas?  Por dois motivos, novamente: 1º é que por mais rápido que eu andasse eu não conseguia estar no ponto de ônibus às 12hs 30min, pois minha aula acabava apenas 15 minutos antes do ônibus passar. Eu chegava todo suado e se não bastasse, também vermelho, e quase desmaiando de tanto correr na bicicleta. Imagine só eu havia acabado de almoçar. Já ouviram falar de congestão? Almoce rápido e vá fazer exercícios que vai entender bem o que estou dizendo!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O estacionamento das bicicletas era bem do lado da sala da diretora, eu descia lá, e atravessava o corredor para chegar a minha sala. Certas vezes a diretora encontrava comigo. E nem me lembro o que ela perguntava. Eu havia acabado de chegar estava cansado e minha memória não gravou essa parte. Lembro-me que era sobre eu estar verde. Pois no começo eu ficava verde, só depois que meu organismo se acostumou com a “correria” que eu ficava só vermelho, mesmo, ao chegar à escola.  Eu dizia para ela a verdade&#8230; Que eu tinha vindo correndo de bicicleta. E ela me perguntou por que eu não vinha de ônibus, como os outros. Eu disse que não dava tempo. E ficou nisso mesmo. Fui pra minha sala, estudar.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Mais tarde, na hora do intervalo eu estava comendo minha rosca doce, toda coberta de açúcar e tomando meu copo de leite achocolatado, que o município fornecia&#8230; Essa também é uma parte muito legal da escola. Ainda mais, por que eu tinha colegas que não tomavam leite, e outros que não comiam rosca, com o passar do tempo quando todo mundo ficou amigo agente combinava que eles iam pegar seu lanche e o que não comessem iam me dar. Eu ia de bicicleta, gastava mais energia e merecia comer mais, mas o município fornecia o lanche contado. Um para cada um. Aí agente combinava e dessa forma eu sempre comia mais. Mas voltando ao assunto: Eu estava lá comendo, quando chega a Dona Leonice e me informa que, como o ônibus corria toda a cidade e o ponto perto da minha casa era o primeiro onde ele passava, tinha como resolver “meu problema”. Ela já havia conversado com o motorista e dito para ele que a partir de hoje era para fazer o percurso contrário, de forma que o ônibus passaria no meu ponto por ultimo, consecutivamente mais tarde. Aí eu poderia vir de ônibus. Afinal de contas dentre os 110 alunos da Escola Agrícola eu era o único o qual a aula acabava meio dia e quinze, a aula do Colégio Estadual Nossa Senhora das Graças, onde todos os normais estudavam acabava às onze e meia, e ninguém teria problema em chegar ao ponto de ônibus a tempo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Eu achei isso muito bom, e no outro dia pude ir de ônibus. Mas como eu dizia no começo desse texto, haviam 2 motivos para que eu não fosse de ônibus pra Escola agrícola. O 2º era esse: Os trotes, que ao meu ver eram exagerados, em um nível superior aos de uma faculdade de veterinária. Realmente exagerados. Ou talvez isso seja somente na minha visão que sempre fui uma pessoa tímida e de certa forma anti-social, sempre evitei o contato físico indevido. Só o aperto do ônibus já bastava. Vendo também por esse ângulo a diretora proibiu a aplicação de trote dentro da escola. Que era onde alcançava sua jurisdição. E o que aconteceu então? Os veteranos passaram a aplicar trote dentro do ônibus, durante o percurso da cidade até a escola. Tinha gente que gostava, e achava bom ser feito de palhaço pelos outros. Mas eu simplesmente parei novamente de ir de ônibus para lá. Voltei a usar minha bike.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O motorista dirigia e não podia ficar por conta de cuidar dos novatos no ônibus. Eu já vou adiantar um pouco a história e dizer que a diretora reparou que eu havia voltado a ir de bicicleta pra escola, e quando ela perguntou eu disse o porquê. E como eu já disse antes ela era uma pessoa muito justa. Acreditam que passou a ir para a escola no ônibus junto com os alunos, só para evitar que os outros passassem trotes nos novatos?</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/16/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A vida é como um dia&#8230;</title>
		<link>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/14/</link>
		<comments>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/14/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 04:08:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos avulsos]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Souto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://gsouto.wordpress.com/?p=51</guid>
		<description><![CDATA[De repente, sem preparação direta nenhuma você acorda. Está certo que dentro da barriga de sua mãe (e somente da barriga de sua mãe, por enquanto) você sonhava. Isso enquanto ouvia frases, e mais frases que só quando foram ganhando sentido ao longo que se aproximava o momento de você acordar. Isso não quer dizer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>De repente, sem preparação direta nenhuma você acorda.</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Está certo que dentro da barriga de sua mãe (e somente da barriga de sua mãe, por enquanto) você sonhava. Isso enquanto ouvia frases, e mais frases que só quando foram ganhando sentido ao longo que se aproximava o momento de você acordar. Isso não quer dizer que você não sentia. Você sentia tudo, mas estava dormindo, e o sono torna tudo embaraçado, repleto de neblina, que te impedia de ver. Porém convenhamos que durante o sono não seja bem a hora de começar a ver tudo claro. Isso exige que primeiro você acorde. Seja liberto da barriga de sua mãe. E baseado somente naquilo que você ouvia de dentro da barriga de sua mãe, baseado somente no que você ouvia enquanto dormia, e lhe proporcionava, ao mesmo tempo, que sonhos maravilhosos que te davam prazer, você também tinha pesadelos, horrendos pesadelos descompassados. Pois então, baseado somente nisso, ou seja, sem preparação segura nenhuma, <a href="http://gcsouto.files.wordpress.com/2009/05/1vida.jpg"><img class="alignright" title="1vida" src="http://gcsouto.files.wordpress.com/2009/05/1vida.jpg" alt="1vida" width="324" height="220" /></a>você, sem mais nem menos, acorda.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Após acordarmos, geralmente espreguiçamos, como que se quiséssemos continuar adormecidos, ou simplesmente nos preparando para conhecer o dia melhor. Dia este que é um mistério. Pois por mais planejado que ele possa ser, por mais bem pensado, ou sonhado, imaginado, por melhor dizer, ele sempre tem a opção de não sair como imaginamos. O que na maioria das vezes acontece. E enquanto você passa esses, geralmente, três primeiros dias na maternidade (tem gente que gosta de espreguiçar um pouco mais), o mundo também vai se preparando para receber você. E ele sabe que você não sabe que ele te conhece. Aí tudo se acentua.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Nesses primeiros momentos de sua vida você tenta ver o que antes você apenas sonhava. Tenta brincar com o que seu pai e sua mãe te dão. Tenta fazer com que eles te dêem tudo o que você imagina precisar para poder enfrentar o dia que vem pela frente. E como um menino brincando com a comida, você toma seu café da manhã. As vezes você lembra do que ouviu de seu pai enquanto dormia, e tenta preparar seu próprio café. Acaba ficando com fome, por que não havia percebido que não daria tempo de fazer seu café, mesmo se plantasse a sementinha quando acabasse de acordar. As vezes ainda se queima, por que esqueceu que não é bonito pegar escondido o pó que o vizinho comprou. Outras vezes fatalmente fica sem pão, era de ontem, estava duro e difícil de mastigar, e resolveu não comer. Quando alcançou lá pelas 11 da matina (ou mesmo antes disso), estava tão desencorajado que faltava força de vontade pra seguir tocando a vida. Mas não foi culpa sua. Quem te forneceu pão de ontem, e te obrigou a ficar sem comer? Lembre-se que a vida não pára. Não ia esperar você ir até a padaria reclamar. E tem gente que prefere fazer isso. Acha que o dia dá um desconto. Ou até mesmo que ele aceitaria o atestado do dentista que fez um curativo na sua gengiva cortada pela casca seca e dura do pão que você (destemido como nunca, ou ingênuo) resolveu comer.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O fato é que mesmo depois de aprontar aquela bagunça toda na cozinha, seus brinquedos já não te interessam mais (tem gente que prefere ficar brincando, a evoluir e enfrentar o resto do dia). Você tem que sair e ir ao trabalho. Mas antes de se casar você tem que namorar, ou melhor, encontrar alguém de que você goste (ênfase nisso) e também alguém que goste de você. O caminho até o trabalho e a estabilidade é a escola (atualmente pode se dizer isso infelizmente, devido à visão tão pejorativa que para muitos a escola tem) na escola é onde você acha o que você gosta de fazer, e consecutivo, antes, depois disso, ou até ao mesmo tempo em que você encontra o “o que” você encontre o “quem” vai seguir fazendo isso com você. Esse quem que quando mais sério é chamado pra namorar, daí inicia-se seu estágio. Ao mesmo tempo ou (numa porcentagem de vezes levemente superior) opostamente à sua efetivação, na empresa, você também passa no estágio do namoro e se casa. Enquanto são apresentados seus projetos à administração seus filhos vão nascendo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Daí chega a tarde, é hora de voltar pra casa (existem exceções, sempre), você pensa que já está enjoado daquele caminho, e bola outra rota. Aproveita para fazer um <em>pit stop</em> no bar (às vezes em um lugar mais quente), ao gostar mais daquele caminho você percebe que não era o antigo que te enjoava, mas sim o que encontraria ao terminar de percorrer, qualquer um dos caminhos que fizesse. E você resolve exteriorizar isso. Pondo todo o seu estágio a perder. (tem gente que não dá valor a isso mesmo. Em certas faculdades para se conseguir o diploma isso é essencial) Então o casamento acaba. Tente resolver tudo no consensual, pois sabemos que apesar de render mais, o litigioso é barra pesada.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Enfim chega a casa e dorme. É o fim da sua vida. E amanhã começa tudo de novo. E você vendo o que fez de errado tenta melhorar. Como se na vida pudesse também&#8230;</span></p>
<h2><span style="color:#000000;">&#8230;só que nele você pode se lembrar do que fez em suas outras encarnações, e consequentemente fugir dos erros.</span></h2>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/14/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1º Capítulo de Minha Primeira História</title>
		<link>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/1-historia/</link>
		<comments>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/1-historia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 03:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos avulsos]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Souto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://gsouto.wordpress.com/?p=36</guid>
		<description><![CDATA[Este é o 1º capítulo da primeira história que escrevi. Sei que está imperfeito, e gostaria de conhecer as opiniões atravéz dos comentários… ………………… Tudo começa como sempre, em uma história desse tipo. Um barulho estranho é ouvido, à noite, em uma parte obscura da casa, por onde a luz da rua não penetra pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<blockquote><p><strong><em><span style="color:#000000;">Este é o 1º capítulo da primeira história que escrevi. Sei que está imperfeito, e gostaria de conhecer as opiniões atravéz dos comentários…</span></em></strong></p></blockquote>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">…………………</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:arial;"><span style="color:#000000;">Tudo começa como sempre, em uma história desse tipo. Um barulho estranho é ouvido, à noite, em uma parte obscura da casa, por onde a luz da rua não penetra pela janela apesar de ser de vidro, pois há uma árvore bela e frondosa, mas que à noite se torna amedrontadora pelo seu tamanho e pela quantidade de coisas concretas e abstratas, reais e imaginárias, angelicais e diabólicas que podem residir em seus fortes galhos ocos, entre a mesa da cozinha e o poste de luz da rua. Essa parte da casa estava mergulhada na escuridão. Apesar de que naquela noite de verão não havia nuvem alguma no céu, e a lua brilhava intensamente.<br />
Eu acordo, mas com medo, finjo que não… O estranho barulho continua. Toda a casa iluminada, pois todas as janelas eram de vidro, e nenhuma delas tinha algum tipo de barreira que impedisse a chegada da luz, fosse do poste ou da lua, exceto o local da origem do barulho. Pensei que poderia ser um gato, mexendo nas panelas em busca dos restos de comida, que estavam sobre o fogão, pois não tínhamos guardado ao terminar o jantar.<br />
Havíamos tido, naquele dia, uma tarde de muito estudo, até os materiais escolares de minha colega Lana, os de meu primo Caio, e os meus, estavam espalhados sobre a mesa da cozinha. Estávamos cansados demais para arrumar aquilo tudo. Minha avó, que é com quem moro, estava também cansada, pois além de já estar um pouco velha havia trabalhado como jovem, naquele dia, e estava meio doente, até de repouso, mas ela não cumpria. Aí eu disse que organizaria a cozinha, mas acabei não organizando nada, deixei tudo para o outro dia.<br />
E o barulho continuava, ecoava por toda casa e prosseguia noite adentro num espaço de tempo que dava para o gato ter feito umas três refeições e tirar um cochilo entre elas. Além do mais o barulho era de madeira. Aí é claro, já tinha percebido que não era gato nenhum, fiquei com mais medo ainda. E fiquei mais assustado quando ouvi que tudo o que estava sobre a mesa da cozinha caíra, inclusive os cadernos…<br />
Criei um pouco de coragem e resolvi acordar Lana que dormia como uma pedra, contei o motivo do incômodo, e ela que era bem mais corajosa que eu já foi dizendo:<br />
— Decida, trate de dormir, ou vamos lá!<br />
Eu acho que ela ainda estava meio dormindo por dizer uma coisa dessas sem nem pensar no que podia ser. E eu havia refletido tanto só para acordá-la. Mas para não me humilhar, e não ser, por ela, chamado de medroso, caso não fosse, respondi, fingindo uma voz autoritária, auto-suficiente e corajosa:<br />
— Então vamos até lá, ver o que é!<br />
Mas tinha tanto medo que não queria nem pôr o pé no chão, poderia haver algo, em baixo da cama para me pegar… E ela, nossa! Já foi logo me puxando depois de ter pulado da cama, na velocidade da luz. Acho que ela ainda estava naquela de que era um gato.<br />
Ao abrirmos a porta do quarto, que susto eu levei. E ela, nem nada. Foi como se nada tivesse acontecido. Também nada aconteceu realmente. Eu me assustei só porque já estava com medo mesmo, era só meu primo Caio que também havia acordado, e que de medo também ia ao nosso quarto pedir para que o deixássemos dormir lá com a gente. E eu disse, já tendo me recuperado:<br />
— Pode, então vamos dormir!<br />
Tentando escapar, mas ela segurou na minha mão e disse:<br />
— Vamos dormir nada! A gente vai é ver o que é esse barulho!<br />
Prosseguimos até a cozinha, o barulho continuava, e lá disse a Caio, cochichando:<br />
— Acende a luz!<br />
Ele respondeu, também cochichando:<br />
— Eu não. Vai você acender a luz, ora!<br />
Lana sabendo que eu não ia já disse no mais alto dos tons:<br />
— Pode deixar eu vou, e parem de cochichar!<br />
Nós dois imediatamente nos agarramos a ela e dissemos:<br />
— Não, você não, e nós estamos falando baixo é para não acordar a vovó!<br />
Ai ela disse, já num tom mais baixo de voz.<br />
— Mentira, seus medrosos. Vocês vão é borrar as calças de medo só por ficar a dois passos de distância de mim no escuro!<br />
Nós nos soltamos rapidamente dela e num ato telepaticamente combinado balançamos os ombros como se não tivéssemos nem aí e dissemos:<br />
— Então vai!<br />
Como se fosse adiantar, ela já tinha ido, e ao acender a luz, a surpresa… Olhamos todos uns para os outros antes e depois para a mesa. Era um baú que estava pulando sobre a mesa. Ele era todo de madeira e parecia antigo pelo modelo, mas estava em boas condições. Sua fechadura incluindo o cadeado e seus cantos e juntas estavam cobertos de zinabre, o qual ao contrário da madeira já estavam todos enferrujados. Logo pensei em abri-lo, mas e a chave do cadeado? Observei melhor e vi, não estava lá mesmo, e nem tinha um lugar no cadeado para colocá-la caso ela estivesse lá. Caio disse:<br />
— Vamos chamar a vovó!<br />
Mas quando percebemos Lana já estava a tentar abrir aquela coisa enorme e pesada, porém é claro não conseguia. Aproveitei para descontar as vezes que ela tinha me chamado de medroso e a chamei de fraca dizendo:<br />
— Sua fraca até o Luizinho irmão do Caio consegue abrir esse bauzinho aí e você não!<br />
E como é o que ela faz sempre quando eu tento descontar alguma coisa ela simplesmente disse:<br />
— Vem e faz melhor!<br />
Aí já desistindo de tentar sempre descontar, apenas dei minha opinião:<br />
— Vamos chamar a vovó!<br />
E ela:<br />
— Medroso, medroso, está com medo…<br />
Nisso ela continuou com um ponto a mais para ela.<br />
O baú não parava de pular, parecia estar se ajeitando sobre a mesa.<br />
Sorte que enquanto nós discutíamos Caio chamou a vovó e ela foi logo danando comigo:<br />
— Não maltrate a menina, ela é visita, e também dessa vez você não está com a razão. É que só existe uma pessoa que consegue abrir esse baú, e até hoje não descobrimos quem é. Eu mesma já tentei abri-lo há algum tempo e não consegui!<br />
Logo Caio correu em direção ao misterioso baú já tendo acabado o clima de medo e tentou abri-lo. Quando ouvimos vovó gritar apavorada:<br />
— Não! Pois alguns dias, após tentar abrir o baú, vi que tive foi sorte de não tê-lo conseguido abrir… Curiosa pelo fato de não ter chave nem nada tentei pesquisar em fontes bibliográficas únicas e seguras da época, foi difícil, e muito, encontrar algo que me esclarecesse à mente e aliviasse minha curiosidade. E se tudo o que pesquisei não foi em vão, o que está aí, trancado, sem chave, muito bem preso, não deve sair daí!<br />
Acabado normalmente todo o clima de medo, percebi que todos já estavam ficando enjoados daquele assunto e com sono, e mesmo eu que tinha saído parecido com a vovó, ou até com um teor de curiosidade mais acentuado, ou seja, mesmo querendo saber mais, resolvi dar o primeiro passo, e cortando a concentração de todos, que estavam compenetrados observando o bendito, ou maldito baú, sei lá, com umas caras de bobo, os olhos arregalados, como se fossem zumbis, todos molengos de sono, eu acho, de queixo caído, resolvi acordá-los e disse:<br />
— É então vamos dormir! Todos concordam?<br />
Caio já deu um pulo, sacolejou a cabeça e os braços e meio que se fazendo de acordado foi em direção à cama dizendo:<br />
— Ai que sono! Eu já estou indo!<br />
Vovó também saindo do transe deu uma espreguiçada e sem dizer mais nada já foi para cama acabar de dormir seu sono da madrugada que por nós havia sido interrompido. Eu já estava me direcionando à saída da cozinha quando Lana como sempre deu o seu porém, eu já acostumado, nem dei atenção, mas ela insistiu:<br />
— Hei, nós não vamos deixar nossos cadernos e tudo mais no chão, vamos?<br />
Fiz uma cara de sono e disse:<br />
— Só até amanhã!<br />
Ah, mas foi aí que começou a falação, bem que ela tinha razão, eu estava mesmo era com preguiça de catar as coisas. Mas como não tinha outro jeito, reanimei-me e fui arredando o baú, que ocupava quase toda a mesa, para que pudéssemos colocar as coisas caídas, sobre a mesa novamente. Nisso vovó que ainda estava por perto, me olhou de um jeito estranho que me fez pensar que além de assustada ela estivesse com medo de mim. Não entendi por que e continuei arrastando-ô sobre a mesa até que ela disse, começando novamente uma sessão de informações sobre o baú:<br />
— Calma! Calma! Eu devo estar tendo um pesadelo, ou você arrastou o baú?<br />
Respondi simplesmente:<br />
— Não é pesadelo não, eu arrastei sim!<br />
— Não é possível! Eu tive que me acostumar com esse baú na minha casa durante 23 anos, por ele não sair do lugar, mesmo tentando até com alavanca, pois ele não sai por tração humana, a não ser a pessoa que tenha o dom, e consegue abri-lo.<br />
Aí sim, eu fiquei assustado e soltei o baú num golpe só e já pulei lá do outro lado da cozinha. Mas como eu já estava quase o tirando de cima da mesa ele foi caindo por um de seus lados no chão e com o baque o cadeado se abriu, soltando de lá de dentro um baú menor.<br />
Mas do que rápido a vovó me expulsou da cozinha aos berros, eu que não sou bobo nem nada fui direto para minha cama, deitei lá e fique quietinho, e ela foi dizendo, tendo antes soltado um berro eufórico:<br />
— Pode deixar que a Lana pega os cadernos, e não toque mais nesse baú, vamos todos dormir!<br />
Nisso a Lana, que também não é boba nem nada já tinha apanhado todas as coisas e foi também dormir, tentando tirar aquele ar pesado que pairava sobre nossas cabeças disse:<br />
— E vamos todos dormir, pois amanhã teremos mais um duro dia de prova.<br />
Mais como isso poderia ser possível, o único que dormiu, acho que foi o Caio, pois aquele, sabe-se lá, acho que não entende direito, as coisas. Bom para ele que amanhã não vai ficar com sono e olheiras enormes o resto do dia.<br />
Esse foi um dos pensamentos mais simples que rondavam minha cabeça. Entre estes vinha a indagação: “Será que isso seria bom ou ruim? Será que isso seria tão ruim assim?” Ah, mas era tanta coisa: Como pode? Como foi acontecer? Isso estava marcado pra hoje? Por que ele só se moveu hoje? Por que eu? O que o George pensaria disso? (Esqueci de contar, o George era um outro amigo meu, da escola, e também tinha a Tereza, entre outros.) Minha curiosidade era tamanha e isso me deu a difícil missão: Tentar descobrir, por meus meios, o que isso realmente era, como minha avó fez, pois sabia que com ela não precisava contar, era só para eu não tocar no baú e pronto.<br />
Nisso percebi que o baú voltara a se mexer, e adivinhe só, veio implantar-se bem embaixo da minha cama.<br />
Nessas condições o sono já estava tão grande, e percebi que pensar naquilo não me levaria a lugar nenhum. Resolvi tentar dormir e deixar tudo para amanhã. Como acho que todos tinham feito, pois já dormiam.</span></span></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/1-historia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Revisitar-se ou não, eis a questão</title>
		<link>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/8/</link>
		<comments>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/8/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 May 2009 03:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de escrita...]]></category>
		<category><![CDATA[.]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://gsouto.wordpress.com/?p=34</guid>
		<description><![CDATA[Manual de crítica e autocrítica para autores iniciantes A mulher que matou os peixes, de Clarice Lispector, foi o livro que mais me marcou na infância. Eu me senti a própria confidente da narradora. Fiquei tão tocada e comovida com a história que escrevi uma carta para a Clarice e pedi a minha mãe que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#333300;">Manual de crítica e autocrítica para autores iniciantes</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a rel="#someid0" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=58790" target="_blank"><em><span style="color:#333300;">A mulher que matou os peixes</span></em></a><span style="color:#333300;">, de Clarice Lispector, foi o livro que mais me marcou na infância. Eu me senti a própria confidente da narradora. Fiquei tão tocada e comovida com a história que escrevi uma carta para a Clarice e pedi a minha mãe que a enviasse para a editora. Naquela hora, achei que havia descoberto o que queria fazer quando crescesse: escrever. Mas depois de uma semana de gozação dos meus irmãos mais velhos, ouvindo que a carta deveria ser entregue num centro espírita, o vexame tomou conta de mim e eu desisti da idéia. Desisti da idéia até o dia em que li </span><a rel="#someid1" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=312195" target="_blank"><em><span style="color:#333300;">Veludinho</span></em></a><span style="color:#333300;"> e encontrei a Martha Azevedo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Eu devia ter uns dez anos quando a escritora de livros infantis Martha Azevedo Pannunzio apareceu na escola em que eu estudava, em BH. A turma tinha lido <em>Veludinho</em>, um clássico da literatura infantil brasileira, escrito em 1976, e deveria entrevistá-la. Era a primeira vez que eu tinha diante de mim aquele ser, até então implícito e etéreo, chamado escritor. Esse episódio me provou que, ao contrário de papai-noel e o coelho da páscoa, eles existem. Eles: os escritores. Essas criaturas que desovam no mundo um mundo de idéias e que fazem a gente entrar na cabeça de personagens e sentir na pele o que sentem.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Do papo com a Martha Azevedo, lembro-me até hoje quando ela falou da sua primeira experiência de escrita de um livro, ainda na adolescência. Era uma história sobre o mar que havia ficado inacabada. Alguém perguntou se ela não tinha interesse em retomá-la e acabar a obra. E ela respondeu que não. Segundo a autora, ela não era mais a adolescente que havia iniciado o texto e por isso não se sentia no direito de mexer nele.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Vinte anos mais tarde, descubro (um tanto atrasada, confesso), a literatura de Ivan Ângelo. No livro <em><a rel="#someid2" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=11000807" target="_blank">A face horrível</a></em>, publicado em 1986, o mineiro de Barbacena faz o oposto de Martha Azevedo. Sem pudor nenhum, o autor retoma um conto que havia escrito 26 anos antes, logo no início da carreira. O texto que dá nome ao livro é apresentado, então, em três (ótimas) versões: a original, escrita em 1959; a comentada 26 anos mais tarde; e a alteração final, feita após os comentários.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Nessa experiência, Ivan Ângelo faz um exercício de revisão rigorosa da própria escrita. Um exercício delicioso que deveria ser leitura obrigatória de todo escritor iniciante. Não para que os escritores iniciantes programem uma revisão de seus textos para daqui vinte anos, mas para “abaixarem a bola” um pouco. Para aprenderem a ser mais humildes e aceitarem o fato de que por melhores que sejam seus textos hoje, ainda podem – e devem – aperfeiçoá-los com o tempo e a experiência.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Os comentários do Ivan Ângelo de 1985 são implacáveis e pedem dinamismo ao garoto de 1959. Para isso, manda cortar o eruditismo acadêmico; mostrar menos e sugerir mais, deixando elipses e lacunas para o leitor preencher; e, o mais bonito, sugere um final menos trágico. O final original não era ruim, mas resolvia-se abruptamente e de forma previsível, traduzindo o espírito juvenil do “ou tudo ou nada”. O Ivan Ângelo amadurecido leva suas experiências para o garoto. É um exercício bonito, muito bonito. Como um paciente professor de natação que ensina um aluno estabanado a deslizar melhor sob a água em vez de lutar contra ela.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Entre o pudor de Martha Azevedo e o aprendizado de Ivan Ângelo, fico com o segundo. O argumento de não sermos mais quem éramos aos quinze anos serve também para um intervalo de tempo menor. No capítulo final, o autor já não é mais aquele que escreveu a primeira linha do romance. Ele deveria, por isso, deixar de rever o que escreveu e alterar trechos antes de publicar?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Escrever é como esculpir e, por isso, um escritor não pode ter pudor nem preguiça de ler quinhentas vezes o que escreveu, de melhorar algo aqui e ali, reescrever capítulos inteiros e retomar textos anos mais tarde. Na escrita, busca-se uma perfeição que a gente sabe que nunca será alcançada. E a graça não está na perfeição, mas nessa busca.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">O exercício de revisitação do próprio texto em <em>A face horrível</em> é uma lição de humildade para muito escritor iniciante que não tem uma autocrítica bem desenvolvida.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">A geração de novos escritores tem apresentado gente boa, mas também tem apresentado muita gente que ainda não chegou lá e que ainda não se tocou disso. Antes de pavonear por aí, enchendo a boca com expressões como “meu próximo livro”, é preciso estar disposto a ouvir. É preciso procurar pela crítica de gente respeitável que está na estrada há mais tempo, avaliar os conselhos e acatá-los quando julgar válido, em vez de se fechar numa concha idílica ou cortar os pulsos ao menor sinal de orgulho ferido. E é preciso, sobretudo, revisitar os próprios textos de tempos em tempos para fazer um balanço de entradas e saídas e contabilizar a evolução da própria escrita.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">O Ivan Ângelo de 1959 é ótimo. Mas o de 2007 é melhor ainda. Essa é a promessa de pelo menos quarenta e oito anos de aprendizado para os que começam a dar suas primeiras braçadas agora. Que venha o Pan-literário de 2055!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Fonte: </span><a rel="#someid3" href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2325"><span style="color:#333300;">http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2325</span></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.silviolobo.com.br/gustavo/8/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

