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	<title>SaibaTudo &#187; Direito</title>
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	<description>“Até o que você nem sabia que queria saber…”</description>
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		<title>Homem mata, assa e come o seu próprio cão</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 02:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>

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		<description><![CDATA[Gente coloquei isso qui pra vocês darem uma olhada! Que coisa estranha&#8230; Comentem!! Na Nova Zelândia um homem de nome Paea Taufa, originário de Tonga, um arquipélago na Polinésia, decidiu matar à martelada o seu cão de raça pitbull apenas porque, devido a um motivo fútil, se tinha irritado com ele. A seguir, cortou o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Gente coloquei isso qui pra vocês darem uma olhada! Que coisa estranha&#8230; Comentem!!</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Na Nova Zelândia um homem de nome Paea Taufa, originário de Tonga, um arquipélago na Polinésia, decidiu matar à martelada o seu cão de raça pitbull apenas porque, devido a um motivo fútil, se tinha irritado com ele. A seguir, cortou o pescoço ao cão, assou-o e comeu-o.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo aconteceu em Fevereiro e até agora todos esperavam uma decisão judicial que, de alguma forma, tivesse em conta a especificidade cultural dos neozelandeses. A verdade é que a decisão apanhou toda a gente de surpresa e o homem, que era acusado, acabou ilibado de todas as acusações. Isto porque na lei do país está contemplado que matar um cão não é crime, desde que seja de forma rápida e indolor. Mais, o tribunal considerou que o animal não foi morto de forma cruel!</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de conhecida a sentença, muito grupos de defesa dos animais e mesmo pessoas em nome individual têm demonstrado o seu repúdio pela decisão chegando ao ponto de, neste momento, se pedir que a lei seja alterada, para evitar que casos destes se repitam num país onde o cão é considerado o melhor amigo do homem.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro aspecto que tem deixado os neozelandeses incrédulos relativamente à decisão é que, mesmo no país de origem do homem acusado, não é hábito comer carne de cão, não havendo por esse motivo qualquer tipo de atenuante na atitude do acusado, como aconteceria no caso de ser originário dum país onde esse fosse um hábito alimentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Estranhamente, Paea Taufa acabou por encontrar aliados em alguns meios locais, que independentemente da crueldade do acto, vêm a público dizer que todos os pitbull deveriam ser mortos porque se trata duma raça perigosa, apenas por acharem que sem eles o território seria mais seguro&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: </em><a href="http://bicharada.net/animais/noticias.php?nid=1018" target="_blank"><em>Bicharada.net</em></a></p>
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		<title>Em que tempo nós estamos?</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 00:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto muito bom que eu li na Apresentação do livro de Pedro Simon Há um pensamento, atribuído ao filósofo grego Epicuro, que diz, mais ou menos, o seguinte: “Os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e às tempestades”. Pois bem, neste momento da nossa história, em termos dos melhores valores, estamos vivendo grandes tormentas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><span style="color:#000000;">Texto muito bom que eu li na Apresentação do livro de <strong><em>Pedro Simon</em></strong></span></p></blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#333333;">Há um pensamento, atribuído ao filósofo grego Epicuro, que diz, mais ou menos, o seguinte: “Os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e às tempestades”. Pois bem, neste momento da nossa história, em termos dos melhores valores, estamos vivendo grandes tormentas. E, em se tratando das melhores referências, faltam-nos os mais hábeis condutores para enfrentá-las. O pensamento do filósofo não deixa de ser, entretanto, um sinal de esperança: é exatamente, nessa situação, que se definem os melhores caminhos, e que se <span><span style="font-size:small;"><a href="http://gsouto.files.wordpress.com/2009/06/1.jpg"><img class="size-full wp-image-260 alignleft" title="Em que tempo nós estamos?" src="http://gsouto.files.wordpress.com/2009/06/1.jpg" alt="Em que mundo nós estamos?" width="250" height="354" /></a></span></span>evidenciam os grandes timoneiros.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#333333;">Temporal e tempestade, segundo os melhores dicionários, são sinônimos. Mas, quem sabe para bem explicar nossa situação atual, cada uma dessas expressões possa corresponder às duas questões que mais nos afligem nessa nossa travessia atual: a barbárie e a corrupção. Para mim, igualmente, com fortes correlações. Se, antes, ambas faziam parte do mesmo caderno de notícias, hoje são manchetes principais, de primeira página.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#333333;">De repente, parece que nossos mais importantes valores tornaram-se letras mortas. Atiradas por uma janela qualquer, sem álibis convincentes. A vida foi banalizada, e ela se submete a balas perdidas, de nada vale se do gatilho de quem pouco se importa em matar, ou de quem deveria, ao contrário, proteger. Das mãos do bandido, do soldado, da madrasta, do pai. Daí, a comoção.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#333333;">Eu tenho refletido muito sobre tormentas e timoneiros. De repente, quando me deparo com fatos como o do menino arrastado pelas ruas, por mãos que não hesitam em matar, ou com suspeitas de que a menina foi atirada pela janela, por quem, ao contrário, abre mão de amparar, tenho a sensação de que o barco da nossa existência, enquanto seres verdadeiramente humanos, embora a mais avançada tecnologia, está à deriva. Daí, a indignação.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#333333;">O homem se perdeu na imensidão de um mar de desdém, de omissão, de falta de compaixão e de solidariedade. Mas do que isso, muitos dos timoneiros lançaram suas embarcações num mar de lama. Daí, a frustração.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#333333;">Eu não vejo diferença substancial no ato de quem puxa o gatilho, ou acende o rastilho, e daquele que rouba o dinheiro sagrado, que falta na fila dos hospitais. É a mesma a dor. São as mesmas as lágrimas de morte.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#333333;">A televisão, que nos mostra, através de satélites de última geração, as nossas tormentas, é a mesma que substituiu a família, a escola e a igreja, na formação dos nossos timoneiros. O círculo de discussão transformou-se num semicírculo do silêncio, o que nos impossibilita, até, de voltar ao ponto de origem.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#333333;">Mas se nos faltar forças para domar as tormentas, estou certo de que ainda há esperança de formar os melhores timoneiros. A comoção, a indignação e a frustração trouxeram de volta o debate sobre valores e referências, que pareciam varridos pelos ventos da modernidade.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#333333;">Alimentemos o debate sobre os principais empecilhos que nos dificultam levantar âncoras, embora a natureza nos indique sinais evidentes de bonança. As tormentas continuarão, se não mudarem os timoneiros. É por isso que os rumos da travessia deveram ser orientados pelos jovens dos nossos tempos, eles sim, os novos navegadores. Ninguém melhor que eles, e sua energia, para enfrentar a tempestade da barbárie e o temporal da corrupção.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#333333;">Como estamos, todos, nesse mesmo barco, de nada adiantará se estas reflexões não forem lançadas ao vento. Se dormitarem nas prateleiras frias do nosso esquecimento. Se a nossa comoção e a nossa indignação durarem, apenas, o tempo da tormenta. Como se ela passasse, e nunca mais voltasse. Não é o que acontece, como já sentimos na barbárie que se renova e na corrupção que se repete. A frustração repetida carrega, em si, o perigo da deriva. Espero, portanto, que estas idéias contribuam no sentido de que possamos chegar, juntos, a um porto seguro.</span></span></span></p>
<p style="text-align:right;"><em><strong><span style="color:#000000;">Senador Pedro Simon</span></strong></em></p>
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		<title>Certamente a cidade é uma ilusão!</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 01:23:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Kerlayne e Piêro Rêis]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando o embalo do CQC que acabei de reassistir pela internet agora, imaginem Marcelo Tas narrando este post: “Olhem só que tchuk tchuk a complexibilidade da mente dessa criança: Piêro Reis, mais novo gênio literário, com o texto entrelaçado ao da ilustríssima Kerlayne Naves, ambos meus colegas na B 02. Este garoto, que sofre voluntariamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Aproveitando o embalo do CQC que acabei de reassistir pela internet agora, imaginem Marcelo Tas narrando este post: “Olhem só que tchuk tchuk a complexibilidade da mente dessa criança: <strong>Piêro Reis</strong>, mais novo gênio literário, com o texto entrelaçado ao da ilustríssima <strong>Kerlayne Naves</strong>, ambos meus colegas na B 02. Este garoto, que sofre voluntariamente de estadosunidofobia, vem com esse texto composto por palavras escolhidas a dedo falar sobre a civilização.Texto esse onde as partes iniciais são palavras da Kerlayne. Olha isso:”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333300;">Agora, sem brincadeira, um texto muito bom, realmente digno de atenção:</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Com o transcorrer das décadas o homem aderiu um modo de vida freneticamente frígido à felicidade. Numa busca infinita pelo que vem a ser felicidade, o homem despreza os singelos aspectos vestigiosos dessa meta suprema. E assim, o homem procura uma felicidade que não é sua, inidônea à sua existência.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Projeta, idealiza, arquiteta, sonha seu bem viver não com que tens hoje. Pobre homem! Que jamais se sacia com os doces pedaços de felicidade que a natureza o serve. É obstinado e por isso deseja veemente a tão frágil felicidade do amanhã. Comprou um ideal que por tão pouco se vendia pela boca de um qualquer abnegado. E desde então se considera infeliz por que não pode sentir essa felicidade, tão intocável e lendária.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Aprendeu desde párvulo desenhar uma felicidade sem cor. Uma felicidade que não é sua. Uma felicidade que carrega a tristonha e nebulosa saga inatingível deixada por seu pai.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> Lastimável homem, já parastes para alcançar teu olhar rumo ao céu? Já terias em algum dia ouvido o cochicho dos ventos? Já terias sido afetado pela farta vitalidade ostentada pelo verde à tua volta? Já se contemplara com os quentes beijos do Sol?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Aí está a cidade, majestosa criação da humanidade! Sobre a crosta cinzenta da terra. Uma camada de destroços, apenas mais cinzenta! No entanto ainda momentos atrás, deixei prodigiosamente viva, cheia de um povo forte, com todos os seus poderosos órgãos funcionando, abarrotada de riqueza, resplandecente de erudição, na triunfal plenitude do seu orgulho, como rainha do mundo coroada de graça.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Sumindo esvaída na confusão de telhas e cinza, onde estão os seus centros comerciais servidos por inumeráveis comerciantes mercenários? E os bancos em que está revestido do ouro universal? E as bibliotecas atulhadas com o saber dos séculos? Tudo se funde em uma nevoa parda que suja a terra.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Sim, é talvez tudo uma ilusão&#8230; E a mais amarga, porque o homem pensa ter na cidade a base de toda sua grandeza e só nela tem a fonte de toda a sua miséria. E a maior ilusão! Na cidade funda a liberdade moral, a cada manhã ela lhe impõe uma necessidade, e cada necessidade o arremessa para uma dependência. Pobre e subalterno, a sua vida é um constante solicitar, adular, vergar, rastejar, aturar a rica e “superior”. A sociedade logo a envereda em tradições, preceitos, etiquetas, cerimônias, praxes, ritos, serviços mais disciplinares que os de um cárcere ou de um cartel&#8230; A sua tranqüilidade onde está? Sumida para sempre, nessa batalha desesperada pelo pão, ou pela fama, ou pelo poder, ou pelo gozo, ou pela insaciável corrente de ouro! A alegria como haverá na cidade para esses milhões de seres que tumultuam na sufocante ocupação de desejar: e que nunca fartando ao desejo, incessantemente padece de desilusão, desesperança ou derrota. Os sentimentos mais autênticos humanos logo na cidade se desumanizam.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">São como luzes que o áspero vento do viver social não deixa arder com serenidade e limpidez, e aqui abala e faz tremer, brutalmente apaga e adiante abriga com desnaturada violência. As amizades nunca passam de alianças que o interesse, na hora inquieta da defesa ou na hora sôfrega do assalto, ato apressadamente como um cordel apressado, e que estalam ao menor embate da rivalidade ou do orgulho.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">E o amor, na cidade? Considerar esses amplos casos da perdição, onde a nobre carne de Eva se vende, por tabela, como a de vaca! A beleza corpo intelecto. A mais pura beleza amostra-se contempla na unção da sapiência e da beleza exterior.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Mas o que a cidade mais deteriora no homem é a sua inteligência, porque ou a arregimenta dentro da banalidade ou lhe empurra para a extravagância. Nesta densa camada de idéias e fórmulas que constitui a atmosfera mental das cidades o homem o qual a respira, só pensa em todos os pensamentos já pensados, só exprime as expressões já exprimidas, ou então, para se destacar da chata rotina, inventa num gemente esforço bizarro, uma novidade discrepante, que perpassa por nós como se fossemos obrigados a escutar balela de supostos intelectuais.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Todos nós intelectualmente somos animais irracionais, trilhando o mesmo trilho se vergando a uma mesma realidade aparentemente normal.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Nesta criação tão antinatural onde o solo é de petróleo, e a fumaça tapa o céu, e as gentes vivem amuadas nos prédios como prateleiras nas lojas, e as mentiras se perduram através de fios de comunicação.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Assim o homem aparece como uma criatura anti-racional, pedante alienada, sem beleza, sem força, sem liberdade, sem riso, sem sentimento, e trazendo em si um espírito sujeito à escravidão ou imprudente: Certamente a cidade é uma ilusão.</span></p>
<p style="text-align:center;"><em><span style="color:#000000;">“O homem só é superiormente feliz quando é superiormente civilizado.”</span></em></p>
<p style="text-align:right;"><em><span style="color:#000000;"><strong>Kerlayne Naves e Piêro Reis</strong></span></em></p>
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		<title>Vamos rehumanizar o mundo&#8230;!!!???</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 04:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Souto]]></category>

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		<description><![CDATA[Não tomar a causa pelo efeito, por isso não se deve reduzir a maioridade penal. São os senadores mais corruptos que defendem isso. O judiciário, gente que estuda é contra. Deve-se combater a causa, o porquê os seres humanos estão cometendo crimes mais cedo. Enquanto rouba-se dinheiro da merenda escolar, enquanto o custo de editoração, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Não tomar a causa pelo efeito, por isso não se deve reduzir a maioridade penal. São os senadores mais corruptos que defendem isso. O judiciário, gente que estuda é contra. Deve-se combater a causa, o porquê os seres humanos estão cometendo crimes mais cedo. Enquanto rouba-se dinheiro da merenda escolar, enquanto o custo de editoração, o custo de um livro é alto, decide-se então reduzir a maioridade penal&#8230;</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Diz-se que devem então aumentar os investimentos na educação. Isso é um tema tão simples, não há o que se discutir, basta deixa que chegue a educação todo o investimento atualmente destinado a ela. Bastava deixar ser cumprido o que diz o ECA, que serviu de modelo para muitos países, que seria tudo bem melhor!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Mas isso é dinheiro. E dinheiro por si só não gera educação. O certo é que o dinheiro traz melhor qualidade de vida, e diminui a insatisfação e consequentemente a violência&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Porém ter dinheiro não devia ser condição à felicidade ou satisfação. O que deve acontecer é cada um ter responsabilidade com seus atos, e ser, de certa forma, acomodados à quantia que tem.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Não estou de maneira alguma dizendo que o pobre tem que continuar pobre, e nunca querer ficar mais rico. Todos têm o direito de querer melhorar, até onde chega a propriedade do outro. O que estou dizendo é que tenhamos respeito apenas, em relação ao direito dos outros. Querer ter mais, mas sem violentar o direito do outro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Cada um, por favor, trate de educar seus filhos, com esses valores, e como também queremos resultadas para hoje, cada um trate de adequar seus próprios valores. Não que todos sejamos delinqüentes, no melhor sentido da palavra, mas fazemos parte do sociedade&#8230; Todos estaremos ganhando: um mundo melhor.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Até os delinqüentes têm sido violentados. Ultimamente, numa dessas favelas do Rio o integrante da milícia que fazia a ronda numa parte da favela teve sua moto roubada&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Disse o Sr, Jorge Damus Filho numa entrevista após a morte de seu filho, por um menor: </span><em>&#8220;Nos Estados Unidos a maioridade penal é de 07 anos, França 13, Inglaterra 10, Itália 14, Japão 14, Portugal 16, Egito 15, nossa maioridade penal de 18 anos é igual da Colômbia. Estou certo de que entre a nossa que é absurdamente liberal, protegida pelo leniente ECA e a dos outros países mais severas, deve haver um ponto de equilíbrio, de bom senso a que se possa chegar inclusive com a criação de presídios especiais para os menores separados por crime e idade. Não podemos dizer que os Estados Unidos, França, Inglaterra e outros países atentem contra os Direitos Humanos não é?&#8221;</em> <span style="color:#000000;">Respeito a opinião do senhor, mas observemos: na Inglaterra, nessa idade as crianças já são responsáveis, e os EUA tem a maioridade penal nessa idade e nem por isso deixou de ser o caos que era&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Concluindo: Por mais escondido que esteja, todos temos em nossas mentes a consciência de que não é prendendo as pessoas mais cedo que se melhora o mundo. Isso definitivamente! São princípios básicos que são direito do ser humano. Todos temos o direito de ser bons. Não sorria para alguém que lesou alguém. Não ria de uma pessoa lesada por alguém. É como varrer o lixo pra debaixo do tapete. Uma hora o tapete não vai conter mais o lixo. Deve-se então diminuir o volume de lixo produzido na casa. Muito menos deve-se jogar o lixo no quintal do vizinho. Todos temos e somos em parte lixo, cabe a cada um cuidar para que não seja essa a parte que prevaleça, e ajudar ao outro a ser melhor.E não quando o outro que por suas razões se mostra só lixo então você pega e rapidamente varre pra debaixo do tapete! É muito fácil fazer isso.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Por que os seres humanos estão praticando crimes? Por que surgiu a necessidade de diminuir a maioridade penal? Nós também não fazemos parte da coletividade?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Nossa grande missão atual é rehumanizar o mundo!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Olha só&#8230;</span></p>
<p style="line-height:15.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:11pt;font-family:Georgia,serif;">Daqui a alguns dias eu estou aqui falando sobre a pena de morte</span>&#8230;</span></p>
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