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Nesse livro as histórias não tem simples problemas como não ter um garoto bonito para dançar a valsa, não achar o vestido ideal para o baile, ou terminar com o namorado. São temas relacionados a brigas entre demônios e anjos, e outras entidades malignas como, lobisomens, poltergeists, fantasmas,
bruxos maus, gênios, e outros, que vão lhe dar bastante medo.
Histórias paranormais de baile por cinco autoras extraordinárias.

- Meg Cabot– A Filha do Exterminador
– Lauren Myracle– O Ramo de Flores
– Kim Harrison– Madison Avery e o Turvo Anjo da Morte
– Michele Jaffe– Beijar e Contar
- Stephenie Meyer– Inferno na Terra


Meg Cabot – a Filha do Exterminador
“Por que o Drake não, uh, tranformou a Lila hoje?” Eu pergunto.
Porque isso estava me incomodando. Dentre outras coisas. “Quero
dizer, lá no clube?”
“Porque ele gosta de brincar com a comida dele,” Mary diz sem
emoção. “Bem como o pai dele.”
Eu estremeço. Eu não posso evitar. Mesmo ela não sendo exatamente
o meu tipo, não é agradável pensar na Lila como o lanche da meia-
noite de algum vampiro.
“Você não está preocupada,” Eu pergunto, torcendo para mudar um
pouco de assunto, “que a Lila vá contar ao Drake para não aparecer
no baile já que nós estaremos lá esperando?”
Eu digo nós e não você porque de jeito nenhum eu vou deixar a Mary
ir atrás desse cara sozinha. O que eu sei que a Veronica iria achar
sexista, também.
Mas a Veronica nunca viu a Mary sorrir.
“Você está brincando?” Mary pergunta. Ela parece não notar o nós.”Eu
estou contando que ela conte à ele. Desse jeito ele vai aparecer com
certeza.”
Eu a encaro. “Por que ele faria isso?”
“Porque matar a filha do exterminador vai totalmente aumentar a
credibilidade de cripta dele.”
Agora eu estou pestanejando para ela. “Credibilidade de cripta?”
“Você sabe,” Ela diz, jogando o rabo de cavalo dela. “É como
credibilidade de rua. Só que entre os mortos-vivos.”
“Oh.” Estranhamente, isso faz sentido. O tanto quanto qualquer outra
coisa que eu ouvi essa noite. “Eles chama o seu pai de o, hm,
‘exterminador’?” Eu estou tendo dificuldade de imaginar o pai da Mary
utilizando com destreza um arco e flecha do jeito que ela utiliza.
“Não,” ela diz, o sorriso desaparecendo. “Minha mãe. Pelo menos…ela
costumava ser. Não só vampiros, tampouco, mas entidades malignas
de todo o tipo – demônios, lobisomens, poltergeists, fantasmas,
bruxos maus, gênios, sátiros, loki, shedus, vetelas, titãs, leprechauns.

Michele Jaffe – Beijar e Contar
“Me desculpe por isso não ser como o final de um livro de histórias,” o
homem com as mãos ao redor da garganta dela disse, sorrindo,
contendo os olhos dela com os seus próprios enquanto a
estrangulava.
“Se você vai me matar, não pode simplesmente fazer isso de uma vez?
Isso é meio desconfortável.”
“O que, minhas mãos? Ou o sentimento de que você é um fracasso –“
“Eu não sou um fracasso.”
“– novamente.”
Ela cuspiu no rosto dele.
“Ainda tem algum fogo. Eu realmente admiro isso em você. Eu acho
que você e eu poderíamos ter nos dado bem. Infelizmente, não há
tempo.”
Ela lutou uma última vez, arranhando as mãos dele ao redor da sua
garganta, seus antebraços, qualquer coisa, mas ele nem ao menos
hesitou. Os punhos dela caíram sem esperança ao seu lado.
Ele se inclinou tão perto do rosto dela que ela podia senti-lo exalar.
“Algumas palavras finais?”
“Seis: Tirinhas para o hálito da Listerine[1]. Você realmente precisa
delas.”

Stephenie Meyer– Inferno na Terra
“Não se preocupe com isso.”
“Pelo menos você não está nesse barco sozinho,” Logan disse
desamparadamente.
“Sério? O quê aconteceu com o seu encontro?”
Logan deu de ombros. “Ela está aí em algum lugar, olhando
furiosamente para todo mundo. Ela não quer dançar, ela não quer
falar, ela não quer ponche, ela não quer tirar fotos, e ela não quer a
minha companhia.” Ele ia assinalando cada negativa com os dedos.
“Em primeiro lugar, eu nem sei por que ela me convidou.
Provavelmente só queria se mostrar com o seu vestido – está sexy, eu
tenho que lhe dar os créditos por isso. Mas ela não está parecendo
ligar sobre mostrar mais nada agora… Gostaria de ter convidado
alguma outra pessoa.” Os olhos de Logan demoraram
melancolicamente num grupo de garotas que dançavam agitadamente
num círculo sem nenhum homem por perto. Gabe pensou ter visto
Logan se focar numa garota em particular.
“Porque não convidou a Libby?”
Logan suspirou. “Eu não sei. Eu acho…Eu acho que ela teria gostado
se eu a tivesse chamado, no entanto. Oh, cara.”
“Quem é a sua acompanhante?”
“A garota nova, Sheba. Ela é um pouquinho enérgica, mas é linda,
meio exótica. Eu estava muito chocado para dizer qualquer coisa além
de sim quando ela me chamou para vir com ela. Eu pensei que ela,
bem, que ela poderia ser…legal…” Logan terminou sem graça. O que
ele realmente pensou quando Sheba, na verdade, comandou que ele a
levasse ao baile não parecia completamente apropriado para ser dito
em voz alta, especialmente para o Gabe; um monte de coisas parecia
inapropriado ao redor de Gabe. Era simplesmente o contrário com
Sheba. Quando ele deu uma olhada no vestido de couro vermelho
enlouquecedor dela, sua cabeça ficou cheia de idéias que, de alguma
forma, não pareciam nem um pouco inapropriadas quando os olhos
escuros e profundos dela estavam focados nos dele.
“Eu acho que não a conheço,” Gabe disse, interrompendo a breve
fantasia de Logan.
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